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Cursos da Instituição 

UeFs - Universidade Estadual de Feira de Santana

UeFs - Universidade Estadual de Feira de Santana

( Feira de Santana)

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Cursos da instituição: UeFs - Universidade Estadual de Feira de Santana

Curso formativo: Centro: Temática:  

Colegiado do Curso de Especialização História da Bahia - Feira de Santana - Bahia

Pos Graduação Presencial
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CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ZOOLOGIA - Feira de Santana - Bahia

Pos Graduação Presencial
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Especialização em Contabilidade Gerencial - Feira de Santana - Bahia

Pos Graduação Presencial
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Especialização em Estudos Linguísticos - Feira de Santana - Bahia

Pos Graduação Presencial
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Especialização em Estudos Literários - Feira de Santana - Bahia

Pos Graduação Presencial
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Especialização em Língua Espanhola - Feira de Santana - Bahia

Pos Graduação Presencial
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Graduação em Ciências Contábeis - Feira de Santana - Bahia

Graduação Presencial
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Graduação em Ciências Econômicas - Feira de Santana - Bahia

Graduação Presencial
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Pós Graduação em Engenharia de Alimentos - Feira de Santana - Bahia

Pos Graduação Presencial
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Pós Graduação em Letras e Artes - Feira de Santana - Bahia

Pos Graduação Presencial
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Pós Graduação em Modelagem em Ciências da Terra e do Ambiente - Feira de Santana - Bahia

Pos Graduação Presencial
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Informação sobre UeFs - Universidade Estadual de Feira de Santana

Instalada no Portal do Sertão, a UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA – UEFS – nasceu como resultado de uma estratégia governamental com o objetivo de interiorizar a educação superior, até então, circunscrita à capital, Salvador. Canteiro de Obras

A partir da década de sessenta, as políticas de governo, tanto no plano federal como no estadual, passam a ser norteadas pela Teoria do Capital Humano, que entende a educação como um investimento pessoal e social que gera desenvolvimento econômico. Sob o influxo dessa teoria, em 1968, o governo baiano dá forma a uma política de educação (plano integral de educação), voltada para a ampliação e expansão do sistema de ensino em todos os níveis, com o objetivo de formar quadros para o processo de industrialização. Assim, o processo de interiorização teve início com a instalação de Faculdades de Formação de Professores nas principais cidades interioranas, sedes das regiões administrativas do Estado, que passam a atuar como distritos geoeducacionais.

É no âmbito dessa política que Feira de Santana – município caracterizado no Plano Integral de Educação, pelos seus indicadores econômicos e sociais, como o mais importante centro polarizador de desenvolvimento do interior do Estado, – é contemplada, ainda em 1968, com uma Faculdade de Educação e, em 1970, com a criação da Fundação Universidade de Feira de Santana – FUFS – através da Lei Estadual nº 2.784, de 24 de janeiro de 1970.

Criada sob a vigência da Lei Federal nº 5.540, de 28 de novembro de 1968 e organizada de acordo com projeto elaborado pelo Centro de Estudos Interdisciplinares para o Setor Público – ISP – ligado à Universidade Federal da Bahia, a FUFS (como foi inicialmente denominada), tem seu plano estrutural fundamentado nos dois princípios básicos da Reforma Universitária – o de não duplicação de meios para fins idênticos ou equivalentes e o da indissociabilidade do ensino, pesquisa e extensão – escolhendo-se, entre as alternativas de integração estrutural oferecidas pela Lei, aquela que opera com base na articulação entre departamentos e Administração Superior, eliminada a possibilidade de coordenação administrativa em nível intermediário (faculdades, institutos ou centros). Uma vez autorizada, a Universidade é instalada, solenemente, no dia 31 de maio de 1976, com o seguinte elenco de cursos: Licenciatura de 1º e 2º graus em Letras – Inglês/Francês; Licenciatura Plena em Ciências, com habilitação em Matemática e Biologia e em Ciências 1º grau; Licenciatura Plena em Estudos Sociais, com habilitação em Educação Moral e Cívica e em Estudos Sociais 1º grau; e mais os cursos de Enfermagem, Engenharia de Operações – Modalidade Construção Civil, Administração, Economia e Ciências Contábeis.

Autorizada pelo Decreto Federal nº 77.496 no ano de 1976, Reconhecida pela Portaria Ministerial nº 874/86 de 19-12-86 e Recredenciada pelo Decreto Estadual nº 9.271 de 14-12-2004, a UEFS vem se expandindo rapidamente, concentrando suas ações no centro-norte baiano, território que integra o semi-árido, e está presente em cerca de 150 municípios baianos, em cumprimento do seu objetivo social que é preparar cidadãos que venham a exercer, tanto liderança profissional e intelectual no campo das atividades a que se propõem, quanto a terem responsabilidade social no sentido de serem capazes de desempenhar, propositivamente, o seu papel na definição dos destinos da sociedade baiana e brasileira. O cumprimento desta função social a torna reconhecida como uma das mais expressivas Instituições de Educação Superior do Estado da Bahia e do País.

Nos primeiros anos de funcionamento (1976-1982), a UEFS responde às demandas do mercado, atuando apenas de forma reflexa, com práticas curriculares assentadas na cultura academicista tradicional, na qual a reprodução do conhecimento – o ensino no sentido mais estrito – é presença dominante. Nessa fase, o foco das atenções é dirigido, prioritariamente, para a implantação estrutural da instituição, a saber: instalação e expansão física do campus universitário; elaboração e aprovação de instrumentos normativos, constituição da Administração Universitária, entre outras ações. Em dezembro de 1980, no bojo de um processo de Reforma Administrativa do Estado, é extinta a Fundação Universidade de Feira de Santana – FUFS –, através da Lei Delegada nº 11, de 29.12.80, sucedida pela Universidade Estadual de Feira de Santana – UEFS –, Autarquia Especial, criada pela Lei Delegada nº 12, de 30.12.80. Como Universidade, a UEFS engaja-se no sentido de garantir a sua realização como espaço livre e autônomo de criação de conhecimento, de convivência dialética e de constante avaliação crítica, tornando-se uma universidade integrada em si mesma e à sua região: cresce institucionalmente, amplia a área de influência e atuação, aperfeiçoa o processo acadêmico, consolida o campus. A integração e a participação do conjunto ganham outra dimensão e a comunidade universitária mobiliza-se em torno do seu projeto.

Até 1995, a Universidade apresentava-se incipiente no que tange à implantação de projetos de pesquisa, sendo necessário capacitar os seus quadros docente e técnico-administrativo para que a Instituição pudesse inserir-se mais e incisivamente no contexto social do seu entorno. Grandes metas então foram levadas a efeito: a) implantação de um arrojado Programa de Capacitação Docente; b) criação de novos cursos, objetivando ampliar os domínios do conhecimento e permitir mais acesso de jovens ao ensino superior c) incentivo à criação de projetos de pesquisa e fortalecimento dos Programas de Extensão Universitária já existentes. Por estar situada no Portal do Sertão, em uma parte significativa do semi-árido baiano, desenvolver atividades objetivando à melhoria da qualidade de vida dos habitantes dessa região, passou a nortear as suas ações. De sorte que aquelas iniciativas e esta decisão possibilitaram que, em 2006, a UEFS apresente um perfil bem diverso daquela data.

Ônibus Escolar

O consórcio do trabalho que aqui tem sido realizado pelos docentes, funcionários e estudantes, e pelo quarto segmento, que é a sociedade, faz com que a UEFS se destaque no cenário estadual e nacional como uma universidade emergente, já detentora de significativa qualidade. Hoje, a UEFS mantém 47 cursos de Graduação, destes, 25 referentes a 02 Programas de Formação de Professor que desenvolve em parceria com a Secretaria de Educação do Estado e Prefeituras Municipais. No que tange ao ensino de pós-graduação conta com 09 Mestrados e 03 Doutorados (com a perspectiva de implantação de mais seis programas de Mestrado e um de Doutorado ainda para 2006), mais os cursos de Especialização, reunindo uma população de 10 000 estudantes. Quanto à Pesquisa, além dos Projetos institucionais nas diversas áreas do conhecimento, e mais de uma centena de grupos de pesquisa cadastrados junto ao CNPq, o que assegura uma importante produção científica, a UEFS coordena duas redes de pesquisa junto ao Instituto do Milênio do Semi-Árido (Imsear), tendo, sob esta coordenação 23 Universidades e Órgãos de Pesquisa, destes, 20 no Nordeste, mais a UFRJ, a Senagen/UnB e o Kew Garden na Inglaterra. A outra rede é o Projeto Biodiversidade do Semi-Árido (PPBIO), coordenando 15 Universidades todas no nordeste. Para assegurar a participação dos estudantes em programas de iniciação científica, emprega, ao ano, recursos da ordem de 1.500 mil só em bolsas para estudantes de graduação. Para os docentes que se encontram em capacitação em nível de mestrado e doutorado, no Brasil e no exterior, tem assegurado bolsa de estudos, provenientes de orçamento próprio. A Extensão, de braços dados com a cultura e articulando saberes com a comunidade, está presente em mais de 200 municípios do Estado, e em três estados próximos: Sergipe, Pernambuco e Alagoas, desenvolvendo projetos institucionais e interinstitucionais, influenciando de forma positiva, nas áreas de Educação, Saúde, Meio Ambiente, Qualificação Profissional, Atividades Interdisciplinares e Fomento à Emersão de Novos Talentos e Preservação da Cultura e das Tradições Nordestinas. Merecem destaque os programas de alfabetização de jovens e adultos e aqueles que propiciam mais inserção do jovem ao ensino superior, como é o caso do Universidade para Todos em parceria com a SEC que, este ano, alcançou mais de 2.300 jovens; o Projeto Portal, que capacita em língua estrangeira para os exames de seleção ao ensino superior. Além dessas iniciativas, a Uefs criou uma comissão para desenvolver estudos para a implantação do regime de cotas para estudantes de escolas públicas, afro-descendentes e índios e o aumento contínuo das taxas de isenção no PROSEL (este ano alcançamos cerca de 2.600 candidatos), ampliação do número de bolsas e de vagas nos cursos de graduação. No que tange à troca de saberes entre a Academia e a Comunidade, ressaltamos a Feira do Semi-Árido, evento que vem se destacando como um eficaz espaço de trocas de idéias e de produtos, e a Caminhada do Folclore, que passou a fazer parte do calendário de eventos da região, tendo sido incluída no Guia de Bens Culturais do Brasil por iniciativa do Projeto Tesouros do Brasil, uma promoção da Fiat, IPHAN e UNESCO.

Também atenta às rápidas transformações do mundo do trabalho, notadamente às exigências de qualidade profissional, a UEFS tem intensificado a renovação dos seus conteúdos, métodos, práticas e meios de transmissão do saber, entendendo que devem ser reforçados, cada vez mais, os vínculos entre o ensino superior, o mundo do trabalho e os setores da sociedade. Para isso, tem intensificado os trabalhos com o fortalecimento dos cursos de graduação existentes e ampliação de outros, tendo, para isso, dois Campi Avançados em dois municípios: Santo Amaro da Purificação e Lençóis.

Atenção especial tem sido dispensada ao corpo discente no que diz respeito ao apoio às atividades acadêmicas e políticas, notadamente a garantia de realização das Semanas Acadêmicas, a participação em eventos científicos e outros. Atualmente, a UEFS disponibiliza 476 bolsas, destas, 251 destinadas à Iniciação Científica. A celebração de convênios com agentes de integração assegura que 989 estudantes se mantenham em estágios extra-campus.

Consolidada, em qualidade e excelência, é como podemos definir a nossa universidade, uma vez que vem se ombreando às mais importantes do País mediante o trabalho sério e de qualidade que é desenvolvido pelos professores, funcionários e estudantes, e que tem se revertido em credibilidade acadêmico-científica. As avaliações realizadas por órgãos oficiais do Estado e da União, quanto à capacidade instalada para os cursos que são oferecidos e a instalação de outros, às quais tem obtido, sem exceção, aprovações com referenciais, sempre positivos, inclusive, com destaque regional e nacional em desempenho docente, estas aprovações são a prova de que esta Universidade mantém inarredável o princípio que sempre defendeu: assegurar-se como uma universidade pública, gratuita e de qualidade.